Com o avanço da ciência a empresaTransMedicsdesenvolveu aparelhos que mantem os órgãos que serão transplantados funcionando o que diminui o risco de o órgão ser descartado antes da cirurgia.
‘’Em um estudo preliminar, 12 pulmões mantidos com o aparelho foram transplantados com sucesso. O próximo passo é aumentar o teste para 250 pacientes. Vale notar que os aparelhos são portáteis (então podem viajar até o paciente necessitado).’’ – Revista Galileu
O vídeo Criado pelo canal Medicina é explica como funciona o aparelho:
Aplicação didática: A reprodução de vídeos e leitura de revistas ajuda a mostrar as curiosidades em torno dos sistemas corporais, despertando o interesse do aluno e quebrando certos mitos sobre a ciência e o corpo humano.
Hoje em dia o número de fumantes já diminuiu consideravelmente, mas ainda existe um número grande de pessoas adeptas ao tabagismo. O tabaco além de conter a nicotina, que é a substância que causa o vício, também prejudica todo o organismo de uma pessoa, principalmente o sistema respiratório, e ao longo dos anos pode gerar várias complicações e muitas vezes levar à morte. Segundo dados do INCA o tabaco causa cerca de 200 mil mortes por ano no Brasil e este pode causar várias complicações, como:
- Impotência sexual masculina;
- Problemas na gravidez;
- Aneurismas arteriais;
- Úlcera do trato digestivo;
- Infecções respiratórias;
Relembrando que o sistema respiratório é formado por cavidades nasais, faringe, laringe,traqueia, brônquios, bronquíolos, alvéolos, pulmonares e pulmões, o cigarro compromete todo o sistema respiratório, não apenas os pulmões. Começando pelo fato que a fumaça do cigarro queima todo o revestimento do mesmo, aumentando a produção de muco e causando as "familiares" tosses que os fumantes têm. Em seguida o cigarro vai destruindo os brônquios e suas ramificações, deixando a respiração muito limitada, o que justifica o fato dos fumantes terem uma aptidão física muito inferior de uma pessoa não-fumante, e ao longo dos anos tudo vai piorando de forma que o paciente fique com alguma (ou mais de uma) complicação das que foram listadas acima.
O vídeo abaixo mostra a nítida diferença entre o pulmão de uma pessoa fumante e o de uma não-fumante. É possível ver a diferença na cor, sendo o da pessoa fumante muito mais escuro devido a fumaça inalada ao longo dos anos.
APLICAÇÃO DIDÁTICA: O material servirá para que os futuros profissionais da área da educação física possam entender mecanismos para evitar o aparecimento de cãibras em seus alunos, bem como diminuir seus efeitos.
Após uma partida de futebol, natação, sprint em corrida, musculação, ou seja esforço físico, se não forem tomadas algumas medidas as cãibras podem surgir.
https://m.youtube.com/watch?v=YzefwnqdeM0
Cãibra: são espasmos musculares involuntários dos músculos, podem ser de diversas intensidades e em todos os músculos esqueléticos do corpo, sendo mais comum nos membros inferiores.
Os fatores que mais geram as temidas cãibras são fadiga muscular, desidratação, falta de eletrólitos, exercícios no calor extremo, exercício de alta intensidade. Para tratar esses espasmos involuntários e consequentemente diminuir a dor é necessário parar imediatamente a atividade que esta sendo realizada, levemente alongar, suavemente massagear o músculo afetado, deixar as articulações do músculo afetado em posição esticada.
Para se evitar o aparecimento de cãibras, o professor de educação física deve antes de iniciar sua atividade “aquecer” o corpo de seus alunos, fazer um leve alongamento antes e depois da atividade e também melhorar o condicionamento dos alunos na medida do possível. Medidas simples que contribuem para o não aparecimento dessa terrível dor.
A resposta é não! Há pessoas
que acreditam que essas doenças respiratórias são a mesma coisa, porém possuem
diferentes causas e sintomas. Entenda um pouco mais:
Você sabe o que é a Bronquite?
A bronquite em muitos casos é
causada por um vírus, também possível ser causada por infecção bacteriana.
Possui diversas causas, como reação à poluição, produtos químicos, mas a
principal causa da doença é o cigarro, sua fumaça agrava a doença, pois ocorre
inflamação dos brônquios (vias respiratórias que levam o ar até o pulmão). A
tosse é o principal sintoma e seus tratamentos variam entre antibióticos,
vaporizadores, analgésicos e quem fuma largar o vício.
Você sabe o que é a Asma?
A asma também é uma inflamação
nos brônquios, porém diferente da bronquite, o pulmão do asmático é diferente
do que não possui a doença, já que é extremamente sensível a qualquer diferença
no ambiente, como cheiros fortes, mudanças no clima, pólen, poeira, etc. Em uma
crise, a pessoa sentirá falta de ar, porque os músculos envoltos dos brônquios
irão se contrair ocorrendo o fechamento dessa via, isso impede a passagem do ar
para os pulmões, irritando e inflamando o mesmo. O controle pode ser feito
através da bombinha, dos medicamentos certos, evitar lugares de risco para a
crise, manter-se sempre hidratado.
Acompanhe mais sobre o assunto
nos vídeos abaixo:
Aplicação Didática: Após
uma aula sobre o Sistema Respiratório, citar sobre as doenças que o abrangem,
como a Asma e a Bronquite é uma ótima maneira de trazer para o cotidiano a
matéria estudada, por serem doenças diferentes, porém muito confundidas seria
importante explicar para o aluno o que difere uma da outra, os vídeos
explicativos são ótimos para tornar a aula mais interessante além de facilitar
a compreensão do estudante.
Diariamente consumimos variados tipos de
alimentos, mas, você já parou para pensar como eles não vão parar no pulmão, já
que tanto o Sistema Respiratório quando o Sistema Digestório compartilham um
mesmo canal: a faringe, como é possível que o alimento vá (quase) sempre para o
lugar certo?
O alimento sempre ser direcionado à laringe
e consequentemente ao estômago, é obra de uma estrutura chamada epiglote, é ela
quem fecha o canal respiratório no momento da deglutição. O vídeo abaixo
mostra, rapidamente como essa estrutura fecha o canal para que o alimento vá
para seu destino correto.
Mas e quando
nos afogamos? A comida não cai no “buraco errado”? Por que isso acontece?
Algumas vezes, esse mecanismo falha e não
fecha a tempo de impedir a passagem de algum pedacinho de comida, que acaba
indo para a traqueia, mas mesmo assim, ele não chega aos brônquios, pois numa
reação quase que imediata, começamos a tossir para expulsá-lo da traqueia,
fazendo com que ele saia e aí sim percorra o caminho certo.
Por ser um sistema delicado e de muita importância para o
ser humano, o sistema respiratório pode estar sujeito a diversas doenças, que
podem ser causadas por diversos fatores. Com isso, muitas pessoas acabam se
confundindo ao se referirem a elas. Para que isso deixe de acontecer, abaixo
seguem algumas informações sobre determinadas doenças que afetam o sistema
respiratório, uma vez que pessoas que sofrem com esses problemas podem ter a
oxigenação de suas células diminuída e com isso gerar problemas ainda mais
graves.
Rinite
A Rinite é uma inflamação que ocorre na mucosa nasal podendo gerar reações
exageradas do nosso corpo em relação a diversos agentes como a poeira, o pólen,
pelos de animais, produtos químicos, entre outros agentes que possam causar
desconfortos como espirros, coceira na região do nariz e nos olhos, sem contar
a obstrução nasal e a coriza.
Para diminuição dos sintomas, indica-se o cuidado com a higiene ambiental com o
intuito de diminuir a quantidade de agentes que causam a alergia nos locais
frequentados pelas pessoas que sofrem com esta doença.
Asma
A asma é uma doença causada pelo afilamento dos brônquios, sendo esse produto
de um quadro crônico de inflamação nessa região, o que afeta a passagem de ar
pelas vias respiratórias e a chegada desse ar no pulmão. Pessoas que
sofrem com esta doença apresentam como sintomas a tosse, dor e chiado no peito
e a falta de ar.
Pessoas com asma podem ser sensíveis a: fumaça do cigarro, cheiro de produtos
químicos, ar frio e aos fatores que podem desencadear uma alergia. Por ser uma
doença crônica ela não tem cura e pode ser tratada com medicamentos e com
exercícios fisioterápicos para melhorar a respiração do indivíduo.
Enfisema Pulmonar
O Enfisema Pulmonar é uma doença que afeta os alvéolos pulmonares, assim
diminuindo a ocorrência das trocas gasosas e consequente oxigenação do sangue.
Com isso essa doença causa a intensa falta de ar, produto da obstrução dos
sacos alveolares e consequente perda da elasticidade dos mesmos. Por estar
relacionada ao fumo, a única prevenção quanto a essa doença é a de não
fumar. Portanto o enfisema pode ser controlado, mas nunca revertido.
Para ser aplicado didaticamente, pode-se utilizar este
material teórico em uma aula de Sistema Respiratório, citando assim algumas
doenças relacionadas a esse sistema e o vídeo podem ser utilizadas como um
auxílio na hora da explicação, bem como para facilitar o entendimento por parte
do aluno.
APLICAÇÃO DIDÁTICA: Pode ser utilizado em uma
explicação sobre sistema respiratório para enfatizar os riscos que o tabagismo
pode acarretar. E também mostrar a importância do combate ao tabagismo, em prol
da melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Trata-se de uma doença degenerativa, que se desenvolve na
maioria dos casos apenas após muitos anos de agressões aos tecidos dos pulmões,
devido ao uso de cigarro e outras toxinas do ar.
Essas toxinas destroem os pequenos sacos de ar no pulmão,
conhecidos como alvéolos pulmonares, os quais incham quando transportam
oxigênio do ar para os pulmões e encolhem para forçar o dióxido de carbono
empurrando-os para fora. Como resultado, os pulmões perdem a elasticidade e se
torna difícil exalar o ar. Causando a destruição dos alvéolos e seus capilares.
Conforme os danos aumentam, as vias aéreas colapsam, resultando em menos
superfície para trocas gasosas, levando a uma forma obstrutiva da doença
pulmonar, é como se o ar entrasse nos pulmões, porém não conseguisse sair.
Entre suas causas está o tabagismo que é a causa
principal, a poluição e a inalação da fumaça do cigarro também contribuem para
o desenvolvimento da doença. O principal sintoma é a falta de ar, porém a
tosse, a respiração difícil e produção crônica de mucos são outros sintomas
comuns. Trata-se de uma doença crônica e de lenta evolução.
Há várias opções de tratamentos, porém o passo principal
e mais importante é parar de fumar. As opções de tratamento do enfisema
pulmonar incluem: remédios broncodilatadores, anti-inflamatórios, terapia com
oxigênio (suplemento de oxigênio complementar), cirurgia de redução dos
pulmões, transplante de pulmão (devido aos riscos é viável apenas para um
pequeno grupo de pacientes) e programa de exercícios físicos. Hoje em dia
também é possível a colocação de válvulas, que auxiliam na respiração.
VEJA A SEGUIR UM VÍDEO EXPLICATIVO SOBRE A DOENÇA: